FAMÍLIA MAGRO
e suas uniões



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Nome




Curiosidades sobre o uso de apelidos ao longo dos tempos


Até ao século XIX, não vigorando em Portugal quaisquer normas legais sobre este assunto, as famílias nobres usavam, em regra, os apelidos mais importantes logo a seguir ao nome próprio. O primeiro apelido era geralmente o paterno, embora se pudessem escolher livremente de entre os usados pelos pais ou pelos quatro avós, sendo frequentes os casos de irmãos que não usavam os mesmos apelidos.

Quando se iniciaram os registos paroquiais no século XVI este sistema estava muito desorganizado. Consultando os livros paroquiais dos séculos XVI e XVII, verifica-se que a maioria dos nomes que aí se encontram é formada por dois elementos; nome próprio e sobrenome, sendo este, na maioria dos casos, derivado do nome dos pais (patronímico).
Também era frequente usar o nome de família (apelido).
De facto, os patronímicos começam a ser usados como apelidos, e a ser transmitidos de geração em geração, em vez de serem adaptados em cada geração do nome próprio do pai (Álvaro - Álvares/Alves, Egas – Viegas, etc.). Outros apelidos têm origem em alcunhas, nos nomes das terras (toponímicos) de onde as pessoas são naturais, ou, ainda, nas profissões.

Esta indisciplina no uso e transmissão dos apelidos perdurará até ao século XX, pois as pessoas usavam frequentemente apelidos diferentes dos que usavam os seus pais e irmãos, indo buscá-los indiferentemente a; pai, mãe, avós, tios, padrinhos ou onde quisessem, e até mudando-os ao longo da vida.

No baptismo, o padre, normalmente, registava apenas um nome próprio, e verificamos que nos vários filhos comprovados de um casal, por vezes os pais aparecem com apelidos diferentes, sobretudo a mãe, que pode aparecer com o patronímico ora do pai, ora da mãe.
Por norma, era na altura do casamento que se “fixavam” os apelidos e são estes os registos mais completos para o conhecimento dos apelidos familiares.
Nos registos de óbitos verificamos que os jovens adultos, que morriam solteiros, eram normalmente apenas identificados pelo nome próprio e a indicação de filiação: Fulano, moço/a solteiro/a, filho de Beltrano.

Os apelidos (e também os nomes) tinham uma grafia bastante livre e podiam ser postos no feminino. Ninguém se admirava (excepto os descendentes contemporâneos) se uma mulher aparecesse umas vezes como Joana Leitão, outras Joana Leitoa.

No século XVIII, entre a nobreza titular, difundiu-se a moda estrangeira de usar nomes muito compridos, e esta extravagância permaneceu até ao princípio do século XX, chegando a haver pessoas com mais de 30 nomes.

No princípio do século XIX expandiu-se em Portugal um costume que vigorava na maioria dos países europeus: o de a mulher adoptar o nome do marido. Parece que esta prática só era seguida em meios urbanos e, nos rurais, parece ter havido a prática dos filhos (rapazes) adoptarem o apelido paterno, e as filhas (raparigas) usarem os apelidos maternos.

Abílio Magro
Fonte: Internet


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