Multinacional espanhola onde a Cláudia Magro é Account ManagerJorge MartinsJoão Paulo LamaresAlberto JorgeRogério MagrocivilizaçãoPedro Lamares



(clique na foto para a aumentar)

1 – Clorinda de Almeida Magro; 2 – Vitorino Pereira Magro; 3 – Adelaide de Almeida Morais Magro; 4 – Emília Fraga Lamares; 5 – Acácio Alberto Lamares Magro ao colo de seu avô; 6 – João Alves Fraga Lamares; 7 – Abílio da Victória Pereira Magro: 8 e 9 (amigos); 10 – Maria Augusta Fraga Lamares Magro; 11 – um amigo; 12 – Ana Augusta Fraga Lamares; 13 – Vitorino de Almeida Magro:; 14 – Margarida; 15 – Vírgínia; 16 – Helena Fraga Lamares; 17 – um amigo, na Quinta Seca, lugar de Real, em Matosinhos.


Bem-vindo(a) ao meu site de genealogia

Com tantos irmãos é fácil adivinhar a quantidade de sobrinhos que tenho, alguns dos quais já com filhos.
Daqui por alguns anos será muito difícil construir uma árvore genealógica com a descendência de meus pais – Acácio Alberto Lamares Magro e Adelina de Pinho Valente.
Daí ter-me lembrado de criar um site de genealogia que actualizarei conforme os dados que os visitantes me façam chegar, o que, desde já, agradeço.
Consultando algumas obras e pesquisando na internet, lá fui acumulando informação até ao século XV a.C. e construindo várias árvores genealógicas que aqui publico, bem como alguns dados biográficos de inúmeras pessoas.
A tarefa incidiu exclusivamente sobre a minha família e as que a ela estão ligadas, mas a partir de determinada época apenas me debrucei sobre os ascendentes directos, publicando somente aqueles cujos registos apresentavam antepassados mais longínquos.
Este trabalho, se outro mérito não tiver, é, na minha opinião, um excelente companheiro para as noites de insónia (também as cria, confesso).
A.M. dixit

“A genealogia não deverá tornar-se num processo dissimulado de busca obesesssiva de gente nobilitada, socialmente distinta, mas antes como um veículo facilitador do conhecimento e apropriação do modo de vida daqueles que, independentemente do seu estatuto social e da sua condição económica, representaram o elo de uma corrente – a mesma que só tomou forma porque cada elo esteve em dado momento no seu lugar, com maior ou menor bravura, maior ou menor sofrimento e espírito de sacrifício, mais ou menos propósito, simplesmente teve a nobreza e o dom, que mais não fosse, da sua própria existência… e creiam que à medida que vou envelhecendo, vou proporcionalmente tomando mais consciência da importância e necessidade de “genealogia” e “hulmidade” caminharem sempre de mãos dadas…”
in – “Alengenea – Genealogia do Alentejo”

Faz hoje anos que nasceram:

Gonçalo Osório de Aragão de Andrade e Castro
Lúcia Ávila Bento

Árvores genealógicas das famílias tratadas neste site:

Almeida Beça Borges de Araújo Cardoso Carvalho Cardoso da Silva Costa Florim Cruz Alvarenga Ennor Fraga Lamares Lourenço Martins Moura Moura Bessa Pereira Magro Pereira Mendes Peres Pinho Valente Queirós Mesquita Rocha Almeida Rodrigues Geitoeira Vidal Pinheiro Watt Outras

Outras árvores:

Faraós do Egipto Reis do Egipto Reis da Pérsia Reis da Arménia Reis da Ibéria na Geórgia Reis dos Francos Reis dos Visigodos Vimara Peres Reis de Leão Carlos Magno Hugo Capeto Egas Moniz Afonso Henriques Pereira de Vasconcelos Reis de Portugal Século XX


Site elaborado a partir das seguintes obras de genealogia:

BESSA, Frei Manuel do Amor Divino (1762; 1997). ÁRVORE GENEALÓGICA DA ASCENDÊNCIA DE JOÃO PEREIRA DE ALMEIDA BEÇA DE VASCONCELOS e de seus irmãos da Quinta de Pinhete e de outras famílias que lhe pertencem. Prefácio, Notas, Adenda e Indice Onomástico do Arqº Álvaro Magro de Moura Bessa. Porto: Livraria Civilização Editora.

BESSA, Arqº Álvaro Magro de Moura (2003). GENEALOGIA DAS FAMÍLIAS – ALMEIDA BEÇA – MOURA – FRAGA LAMARES – PEREIRA MAGRO – ENNOR – SANTOS – OUTRAS, suas uniões e descendência. Porto: Livraria Civilização Editora.

Outras fontes:
– Internet
– Geneall PT
– Enciclopédia Verbo Século XXI
– Outros


Interessante exposição apresentada pelo genealogista Ângelo da Fonseca no fórum do site www.geneall.net.

“Talvez por razões da minha formação sempre gostei de trabalhar com números, pelo que quando o apelo à Genealogia se tornou mais forte, não pude deixar de associar a Matemática à Genealogia, de que me resultaram alguns pensamentos filosóficos sobre os parentecos entre as pessoas, como seguramente sucedeu com tantos de vós.
Assim sendo, aqui deixo à consideração dos demais Confrades para confrontação de ideias e discussão elevada das eventuais consequências genealógicas, os seguintes pensamentos:
1) Como consequência das lei da natureza na natalidade, em que cada indivíduo resulta obrigatóriamente de um só pai e de uma só mãe (conhecidos ou não), a nossa ascendência genealógica é regida pelas “potências de base 2?, isto é, pela função matemática de 2 levantado a n em que n é o número de gerações.
2) Isto aplicado ao universo português, e pensando-se apenas até à nacionalidade (geração do D. Afonso Henriques), implica o seguinte:
– Para pessoas da minha geração (meados do século XX), e com um erro máximo de 3 a 5 gerações, penso que todos estamos distanciados daquela época por cerca de 22 gerações, isto é, cada um de nós descende de 2 levantado a 22 = 4.194.304 indivíduos, sendo que metade destes, ou seja 2.097.152, pertencem à geração do D. Afonso Henriques, sendo metade homens e outra metade mulheres.
– Se generalizarmos isto à população portuguesa da minha geração, que serão alguns milhões de indivíduos (consideremos por exemplo 5 milhões), e a não haver qualquer parentesco entre os respectivos avoengos obrigaria a que na geração do D. Afonso Henriques tivessem de haver cerca de 5.000.000 x 2.097.152 = 10.000.000.000.000 indivíduos, isto é 10 biliões de almas !
3) Embora sem dados oficiais, se pensarmos que Lisboa tinha 60.000 em 1527, 100.000 em 1551 e 120.000 em 1620, talvez nem 500.000 pessoas houvessem no reinado de D. Afonso Henriques no espaço que Portugal veio a ocupar, pelo que não há suficientes avoengos distintos apara alimentar um único descendente da minha geração, quanto mais para alimentar os 5 milhões.
– Portanto, estes números comparados com o ponto anterior, implicam que se cada indivíduo da minha geração resultasse, em média, de todos os indivíduos da geração do D. Afonso Henriques, ainda assim alguns deles teriam de ser mais do que uma vez avoengos, e que, quanto mais se afastar um indivíduo desta média, mais avoengos repetidos terá de ter.
– Por outro lado, esta limitada base de indivíduos da geração do D. Afonso Henriques é comum aos estimados 5 milhões de descendentes actuais da minha geração, pelo que para distribuir tão poucos por tanta gente, implica que, em média, haja um elevado número de parentescos (milhares) entre os cinco milhões de descendentes actuais.
– Entre dois indivíduos da geração actual, de famílias actualmente distintas, em média, os parentescos serão mais frequentes nas gerações mais recuadas, diminuindo à medida que nos aproximarmos das gerações mais próximas.
– Em média, a probabilidade de um indivíduo ser descendente ou parente de outro aumenta com a distância geracional, ou dando um exemplo, é muito mais provável que os cada um dos 5 milhões de individuos actuais seja descendente ou parente do D. Afonso Henriques, do que do D. João IV ou menos ainda do D. Carlos I, e por isso não admira a diferença no número de bolas azuis e douradas no site do Genea.
– Em média, cada indivíduo da geração actual terá ascendentes com a maioria dos apelidos portugueses existentes, nomeadamente os mais antigos.
– Dos milhões de pessoas de que cada um descende, só conheceremos uma minoria, e que recuadamente serão os mais ilustres, não por senobismo ou presunção, mas porque terminados os paroquiais, a história só tem memória dos que se distinguiram pela sua nobreza, riqueza, inteligência, coragem, bondade, etc.
Muitas outras implicações se podem concluir desta análise, e a própria análise pode ser generalizada a épocas mais recuadas e espaços mais alargados, mas as conclusões seriam de sentido equivalente e uma coisa é certa a função 2 levantada a n tende para infinito e no infinito tudo se encontra, até as rectas paralelas.
Faço votos que estes pensamentos e sua discussão permitam melhorar o conhecimento da nossa Genealogia e do potencial como ferramenta para uma maior compreensão entre todos e em harmonia com as belas leis da natureza !
Com os melhores cumprimentos,
Ângelo da Fonseca”



Abílio Magro – Genealogia
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